Ele bebeu, Tipo E riu, riu Como o Bira do Jô, mundo à la vereador E subiu o morro viatura Ele nos deu, nos deu Toda a fé de um sumiu, sumiu só a dor Ignorou o com o andor E flertou por a vida dura
Trafegou aéreo, sério, pala Serpente rasteja, credo, pobre mestre Cigarro no bolso, barro, Elise embala No solo impera, qualquer bonde é vala, vai outro drink, se é o que lhe resta To to to toma outro drink, a vida é uma E viaja Klink, faz eterna sua sesta vai Nem deu pra dizer, bye bye
E a é só um detalhe A é só um detalhe A vida é só um A é só um detalhe É tudo, é nada, é um jogo que É uma A é só um detalhe A vida é só um
Padeceu, na seca, flor E seguiu, seguiu Juntando o que Uns retrato, Foi de favor Bem vi que o é sem, calma Aconteceu, deus desenhou No que surtiu, Um sofredor Era rato, bicho, mofo, Mais saudade, que é Fome com a
E na ceia migalhas, no mil gralhas Não jure, jura mente, pra sempre, fé, falha Vida, morte, números, ãh, de Aqui é cada um com a sua de espinhos e diz Qual a sua droga? TV, erva, Qual a sua Solidão, cerva? Onde se esconde? Onde se eleva, hein? O que é seu, em de ninguém?
E a vida é só um A é só um detalhe A vida é só um A vida é só um É tudo, é nada, é um que mata É uma A vida é só um A vida é só um
Era dia de Cosme, Chovia lá De alguém chama Jacira, sou eu, Pressenti, morreu O que poderia ser? Além do mais, meu coração já estava Prevendo Na festa do terreiro, a certa hora, o subiu E quem foi seu sultão da mata Me chamou e Pegue os meninos e vá pra Disse prepare o coração e forte, vá! Levantei, a porta e a desgraça se confirmou Uma briga, o O seu Zé do doce Seu Zé é a representação do no Jardim Fontális ainda até hoje
Notícia pra dar, pra enterrar, Domingo Justo eu, que me sem pai o pai já é uma tragédia Perdê-lo na infância é saudade Não do que viveu, mas do que ter vivido O enterro, a O olhar do menino marejando, pensando Sem E o meu coração apertado, sem conseguir O tempo foi tudo Os pertences dele no mesmo lugar O velho chinelo respondem Ele vai voltar Os dias são mesmo com sol quente O silêncio de cala Cada vez fundo no peito da gente Quando o pai A gente a mãe também Eu já sabia o que era Como pode alguém morrer no dia que nasceu?